É o mundo externo que dá duração ao orgasmo, impõe ao sujeito abandonar o contato com a vivência atemporal do gozo, único contato humano com a Eternidade. Reinicia-se a vivência do presente, com o retorno às máscaras do Eu, com o re-engate ao ciclo desejo-frustração-angústia-ódio-guerra.
O 'Eu' e o presente são o palco do embate da Vontade de Potência (Nietzsche) com o mundo externo. Seguem-se frustração, angústia, luta e intensificação do desejo, busca de outrem com quem possamos partir outra vez em busca da "Eternidade" vivenciada no orgasmo. Abrem-se também séries paralelas de frustração-ódio-luta-derrota-morte/escravização, com nuances infinitas intermediárias entre o êxito e o fracasso.
Hegel: dialética do Senhor e do Escravo.
O 'Eu' e o presente são o palco do embate da Vontade de Potência (Nietzsche) com o mundo externo. Seguem-se frustração, angústia, luta e intensificação do desejo, busca de outrem com quem possamos partir outra vez em busca da "Eternidade" vivenciada no orgasmo. Abrem-se também séries paralelas de frustração-ódio-luta-derrota-morte/escravização, com nuances infinitas intermediárias entre o êxito e o fracasso.
Hegel: dialética do Senhor e do Escravo.
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