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February 6, 2026

#Esquerda ou #Direita: #Maniqueísmo, Preguiça, Miséria de #Pensamento

REPUBLICANDO TEXTO DE 13/02/2014.

O grave erro dos maniqueístas, desde a antiguidade, não tem sido propriamente afirmar que BEM E MAL existam, e que travem luta perpétua. Tal erro tampouco está em sua firme escolha pelo que consideram o melhor, aquilo que seja ditado pelo BEM, ou seja, por preferirem escolhas ÉTICAS.
Tal escolha pelo bem é inerente a nossa condição racional, por mais que nos leve a erros. JAMAIS um ser humano poderá deixar de fazer o que lhe parece a melhor escolha dentre as ações com que se defronta, e dadas as informações de que dispõe.

A MISÉRIA INTELECTUAL DO MANIQUEÍSMO se revela, porém, com toda nitidez nos seguintes traços:

1) BEM E MAL são tratados por seus adeptos como dupla de opostos absolutos;

2) E pior, mesmo quando se tem consciência de estarem em oposição relativa, a boa e a má escolha são tidas por FIXAS, RIGIDAMENTE DETERMINADAS. O que parece conformar-se com a incapacidade humana de perceber que BEM e MAL jamais estão numa relação de oposição estática! Sua coexistência se faz sempre através de INTERAÇÃO DINÂMICA, qual seja, o que hoje é uma boa ação, amanhã pode tornar-se um vetor maléfico, seja sobre o próprio agente, seja sobre outrem, seja sobre comunidades, nações... Aquilo que em certo momento e lugar produz resultados louváveis pode, logo a seguir, e/ou em outro local, mostrar-se a priori como portador de efeitos nefastos caso repetido, mesmo que com modo e intenções idênticos.
Evidentemente é bem mais difícil lidar com essa concepção dinâmica de certo e errado, justo e injusto, bem e mal. Demanda vigilância, informação, questionamentos constantes, flexibilidade, interação profunda com os supostos inimigos, capacidade de dar-lhes ouvidos, de interpretar seus textos, etc. Demanda estudo e dedicação incessantes. Pode deixar-nos inseguros.
Salta a nossos olhos, portanto, que muitos optam por refugiar-se no maniqueísmo simplesmente em razão da LEI DO MÍNIMO ESFORÇO, POR PREGUIÇA, COMODISMO!

Quando conheci a "esquerda", nos idos de nossa triste ditadura, identifiquei-me com a mais nuclear de suas idéias: era 'preciso acabar com a exploração do trabalho do ser humano por outro homem!' Tínhamos que 'acabar com a miséria de legiões de famintos, era preciso libertar o pobre dos grilhões do Estado ditatorial que garantia a expropriação de sua mais-valia, era preciso que o trabalhador pudesse produzir em nome de seus próprios interesses. E não pra enriquecer outrem!' Belos ideais, belíssimas palavras!
Recentemente, uma colega que me conhece de perto, desde os tempos do curso de graduação em medicina, me veio com este comentário: "continuamos sendo de esquerda, lutamos por um mundo melhor, bem ao contrário de você".
Tal colega inspirada nos "consensos" partidários fabricados à moda de Josef Stalin, portanto, arroga-se:

1) saber com clareza o que significa ser "de esquerda" neste nosso momento político brasileiro;

2) pensar que ser de "esquerda" é preferir o BEM, e rejeitar o MAL;

3) antever qual seja o caminho certo pra levar os "legítimos interesses das classes trabalhadoras" (jargão oco dito de 'esquerda') ao poder;

Cá comigo, abandonei esse clichê "esquerda versus direita", quando me dei conta, antes de mais nada, da simplificação grosseira em que implicava. Logo se percebia haver na "esquerda" daquele tempo, e por todo o mundo, um grande número de correntes, em luta sangrenta, até entre elas mesmas, todas presumivelmente merecedoras desse mesmo rótulo 'santificado'. 
O que teriam em comum grupos tão divergentes, e tantas vezes, inimigos? O ideal de fortalecimento do Estado, contra a iniciativa privada exploradora da mais-valia dos trabalhadores? Seria essa uma idéia comum com suficiente força pra unir Deng Xiao Ping, Fidel Castro, Lula, Pol Pot, a guerrilha colombiana, o Partido Comunista Italiano (então ainda na ativa), o PCdoB, o PCB, etc, etc de um MESMO LADO? Se fosse conceito de base literalmente 'geométrica' talvez não gritasse tanto nele o absurdo!
A China de hoje, a meu ver, e sem esboçar qualquer juízo político de valor, mantém uma rígida e cruel ditadura muito semelhante à italiana da década de 30. [Quem percebe diferenças, que as alinhe abaixo, por favor!]. E se diz que é governada por um "Partido Comunista". Pergunto: faz sentido dizer-se que seu governo é de "esquerda"? 
A ditadura da Coréia do Norte, indo de pai para filho há tantas décadas, não se teria tornado hereditária? Algo semelhante não se passa em Cuba, dirigida pela família Castro desde 1959? Tratar-se-ia quem sabe de 'monarquias comunistas'?  Ou será que se poderá um dia identificar algo como um DNA de "esquerda"? Poderia algum tipo de regime hereditário, quase-monárquico, ser considerado compatível com os ideais igualitários de Karl Marx?
Os movimentos de libertação das ex-colônias  européias na Africa, ditos de "esquerda marxista", trouxeram uma diminuição da pobreza, do sofrimento, da miséria e da exploração da gente humilde daqueles países? Ou, pelo contrário, acarretaram uma ainda maior desigualdade social, tornada mais rígida por ditaduras que reforçam e perpetuam o encastelamento de uns poucos ricos no poder?
E ainda neste nosso século XXI, gente stalinista vem dizer-nos, supostamente em nome de estratégia inspirada numa sociedade igualitária futura, idealizada por Marx, que os genocídios levados a efeito por partidários de Stalin, Mao, Pol Pot, entre tantos, se justificam por suas boas intenções? QUE HORROR!
Stalin dizia-se e repetia-se, como que por automatismo que dispensava explicação, seria "de esquerda", já Hitler "de direita"...

"Mas ambos não foram igualmente demoníacos?", pensei um dia cá comigo. "Difícil, impossível, imaginar qual desses genocidas foi pior".

Um colega de faculdade, ao ouvir essa minha ponderação acima, quase foi dizendo: "mas o russo era bem intencionado".
Engoliu a frase, pois lembrar das dezenas (ou centenas?) de milhões de civis inocentes mortos de um lado, idem de outro, me deixou com expressão de forte asco imediatamente ao intuir que meu interlocutor, o P., estava por esboçar a defesa, ainda que fraca, de um deles.
O grande Karl Marx, tão desastrosamente vilipendiado por gente que se dizia e se diz de "esquerda" nos deixou a seguinte frase, plena de verdade:


"O caminho que leva ao Inferno é todo pavimentado com boas-intenções."

Essas senhoras e esses senhores que fazem cara feia, literalmente torcem o nariz, quando declaramos já não poder entender o que querem dizer com esse seu suposto "BEM" inquestionável e absoluto, "a esquerda"; e que, se lhes dizemos que dividir a política nesses dois "lados geométricos" carece hoje do menor dos sentidos, acusam-nos, dedo em riste, até pelo simples fato de já não poder contar-nos ao "lado dos que querem melhorar o mundo", são GROSSEIRA E GROTESCAMENTE MANIQUEÍSTAS!
E esse seu maniqueísmo grosseiro é estático, perigoso. Muito perigoso! Tão perigoso quanto certas seitas fundamentalistas. É parte do núcleo de toda forma muito medíocre de crença ou crendice.



O autor deste ensaio publicou "O Sobrevoo da Coruja de Minerva", romance, pela amazon.com . Ele pode ser acessado através do link (ligação), e pode receber por download uma amostra imediatamente.

February 2, 2026

Il Nostro Più Meraviglioso Viaggio

"Viaggiare è proprio utile, fa lavorare l'immaginazione.
Tutto il resto è delusione e fatica.
Il viaggio che ci è dato è interamente immaginario.
Ecco la sua forza.
Va dalla vita alla morte. Uomini, bestie, città e cose, è tutto inventato.
È un romanzo, nient'altro che una storia fittizia.
Lo dice Littrè, lui non si sbaglia mai.
E poi in ogni caso tutti possono fare altretanto.
Basta chiudere gli occhi. 
È dall'altra parte della vita."

January 26, 2026

Doubt, Thought and the Human Condition


What distinguishes science from myth?

At what point in the history of our species were first humans capable of setting aside the mythological world view, thence beginning empirical investigations that put them on trail to objective science?
Surely only after they had the capacity to doubt the "truths" their community rigidly accepted as established by their ancestors.
As long as people passively take what has been taught them as a definitive, unquestionable truths, new hypotheses cannot emerge from observational data, making them unable to construe authentically their own worldviews. In other words, such people just repeat what others have supposedly once inferred about the world.
I daresay that moment when the first ape became able to conceive his/her first doubts about learned contents from her community must be taken for the true beginning kick-off step of the Homo sapiens species.
If the sun is seen as the god from which the moon is born every sunset, and this way of interpreting them is repeated to new generations, without questioning, human reasoning may not be seen even as protoscientific. It characterizes a typical mythological assertion, not for its bizarre contents, but mainly for its dogmatic transmission.
People who cannot have doubts are only capable of imitating, like apes, without ever thinking (for themselves). The latter parenthesis is tautological, redundant! Whoever merely repeat other people's ideas, whether only mentally or speaking, may not be said as to be thinking!
Scientific progress always involves accumulation and transmission of knowledge to the next generations, and it almost sounds obvious that it can never cease. Essential to its unfoldings is the possibiity of putting in check i.e., doubting every single detail of established scientific theories.
Copernicus could conceive the giant leap from the Ptolemaic to the heliocentric system only after rejecting the old absolute dogma which put the Earth at the center of the universe. After him, Galileo, attempting to refute Ptolomeus with his telescope, was constraint to remain silent under death threat at the stake by powerful, demonic inquisitors.
Newton, after seriously doubting Aristotelian physics was the best description of the world, was able to build his magnificent theory of gravitation. The greater the ability to consistently question previously acquired knowledge, the greater the genius of a scientist.
Einstein, radically questioning the systems of his predecessors, was able to surpass them all with his theories of relativity, which we laypeople would so much like to understand one day, as well as quantum physics, string theory, black holes, the Higgs boson, etc., etc.
Notwithstanding our complaints, all these most complex concepts related to contemporary physics have long invaded our daily lives, whether we like it or not, because a myriad of high-tech gadgets used today make use of them.
Yes, of course productively questioning any of these concepts can only be a task for experts.
Therefore, for science to progress, it is not enough to transmit knowledge concocted by previous generations; it is also essential that the set of accepted theories be constantly checked! Through rigorously conducted methodological doubt, which preserves the past questions of science, we incessantly question its conclusions, but also its axioms, its basic constructs, and everything that derives from them, always having the courage to launch and test new hypotheses and speculate!
A corollary to the previous paragraph is that all science, like any other type of knowledge, can only be provisional, because no human being can ever be given absolute knowledge.

The myth of Adam and Eve and their seduction by the serpent leading both to taste the tree of wisdom's forbidden fruit seems an interesting allegory of our knowing limits: Human beings will be forever unhappy whether taking any among their supposed truths as absolute ones . 
Everything humans may be able to know concerns nothing more than this finite world, thus remaining forever relative to a finite set of circunstances. Absolute knowledge, so much as absolute perfection do not belong to this life, and so will never be within human reach.

Jung, Kant, Einstein e os Sonhos Premonitórios

Carl Gustav Jung, o grande psiquiatra suíço dissidente face ao pensamento psicanalitico de Freud, recorreu à física quântica, bem como à relatividade de Einstein pra compreender certos fenômenos não próprios à percepção humana "normal", sempre desacreditados por seus contemporâneos, inclusive os da então poderosa vanguarda do movimento psicanalítico. 
Assim, acerca de sonhos premonitórios irrefutáveis, para os quais a hipótese de Freud, que alegava serem gerados pelo desejo do sonhador, não fazia qualquer sentido, Jung fez o seguinte raciocínio embasado por suas leituras de Kant:
Na 'Crítica da Razão Pura', se demonstra que somos seres capazes de perceber um objeto qualquer unicamente no TEMPO e no ESPAÇO, do que se conclui que nosso aparato sensoperceptivo imprime uma marca indelével "a priori" a todo e qualquer estímulo externo.
Dessa verdade inquestionável, Kant infere que nossa percepção sensorial transmite objetos com coordenadas de tempo e de espaço, e que não é dado a nós conhecer o que seria uma coisa em si-mesma, isto é, sem esse "carimbo" prévio. 
Disso decorre que nós, humanos, não poderemos jamais saber o que é qualquer coisa fora do Tempo e do Espaço, isto é, em si mesma, sem esse indelével 'carimbo' têmporo-espacial.

Cabe aqui uma hipótese nossa, que parece bastante compatível com o pensamento de Jung: talvez nossos sonhos tenham acesso a outras dimensões do espaço-tempo desconhecidas por nosso Eu consciente, quem sabe tornando possível outra forma de apreensão do mundo exterior, outra via de acesso ao Uni/Multiverso, através da qual cheguem à nossa consciência eventos ainda futuros.
Daí
 as premonições se tornarem possíveis.

Pensar, Sentir, e Ser Fernando Pessoa


 A maioria pensa com a sensibilidade, e eu sinto com o pensamento. Para o homem vulgar, sentir é viver e pensar é saber viver. Para mim, pensar é viver e sentir não é mais que o alimento de pensar.

Bernardo Soares, Livro do Desassossego. [Fernando Pessoa].

Dolorosa Percepção


Dentre os mais incômodos insights da consciência está o de perceber a si próprio como fonte do prazer de uma pessoa sádica, esteja ela presente ou não, venha ou não a saber disso.

Dubbio, Pensiero e Condizione Umana

Cosa distingue la scienza dal mito?

A quale punto nel tempo i primi esseri umani hanno potuto mettere da parte la visione mitologica del mondo e della vita e iniziare le indagini della scienza empririca come la conosciamo?

Sicuramente solo dopo di avere la capacità di dubitare delle ' verità dette stabilite.A quale punto nel tempo i primi esseri umani hanno potuto mettere da parte la visione mitologica del mondo e della vita , e iniziare le indagini della scienza?

Sicuramente solo dopo di avere la capacità di dubitare delle ' verità ' stabilite.
Mentre solo accettiamo quello che ci insegnano come se fosse la 'verità finita', non possiamo immaginare nuove ipotesi, senza le quali soltanto imitiamo (come scimmie) ciò che altri hanno fatto prima. Sarà stato forse l'inizio effettivo della specie Homo sapiens quel momento in cui la prima scimmia ha potuto concepire i primi dubbi?
Se diciamo che il sole è il dio da chi la luna nasce ogni tramonto, e lo ripetiamo per le generazioni future, non siamo ancora neanche proto-scienziati! A rigor di termini, non possiamo dire ancora che davvero siamo capaci di pensare! Chi non può avere dei dubbi è solo in grado di imitare, come scimmia, senza mai pensare (da sé stesso). L'espressione ingenua "lui o lei agisce in conformità con il suo proprio pensiero", spesso usata , contiene una tautologia ovvia , perché non stiamo esercitando la facoltà di pensare , se solo ripetiamo le idee altrui!
Evidentemente, il progresso della scienza presuppone sempre l'accumulazione e la trasmissione del sapere alle nuove generazioni , e suona quasi come una banalità dire che non può mai cessare.
Copernico era in grado di progettare il suo enorme salto dal sistema tolemaico a quello eliocentrico solo dopo rifiutare il dogma assoluto che la Terra fosse al centro dell'universo . Galileo , cercando di dimostrarlo con il suo telescopio , è stato costretto a tacere sotto minaccia di morte sul rogo per ordine di potenti demoniaci inquisitori.
Newton, dopo seriamente dubitare che la fisica aristotelica fossi la migliore descrizione del mondo, è stato in grado di costruire la sua magnifica teoria della gravitazione.
Tanto maggiore è la capacità di mettere le conoscenze precedentemente acquisite in dubbio coerente , maggiore il genio di uno scienziato.
Albert Einstein , da mettere in dubbio radicalmente i sistemi dei suoi predecessori , è stato in grado di superare tutti con le sue teorie della relatività , che noi laici tanto vorremmo un giorno capire, eppure ... E questa stessa è la nostra denuncia davanti alla Fisica Quantistica, alla teoria delle stringhe , ai buchi neri , al bosone di Higgs, ecc., ecc.
Tuttavia tutti questi strani concetti relativi alla fisica contemporanea hanno da tempo invaso la nostra vita quotidiana , che ci piaccia o no, perché una miriade di gadget high -tech usati oggi fa uso di essi.
Sì, mettere qualsiasi di queste concetti produttivamente in dubbio può essere compito soltanto per gli esperti.
Pertanto, perché la scienza progredisca , non basta la trasmissione di conoscenze confettate dalle generazioni precedenti , è anche essenziale che l'insieme di teorie accettate sia messo costantemente a controllare! Attraverso il dubbio metodologica rigorosamente condotto, che conserva le domande passate della scienza , chiedere incessantemente le sue conclusioni , ma anche i suoi assiomi, i suoi costrutti di base e tutto quello che da loro derivano , sempre avendo il coraggio di lanciare e testare nuove ipotesi e di speculare!
Corollario del paragrafo precedente è che tutta la scienza, così come ogni altro tipo di conoscenza può essere solo provvisorio, perché non potrà mai essere dato ad alcun essere umano qualsiasi sapere assoluto.
Il mito di Adamo ed Eva e la loro seduzione dal serpente , che li porta ad assaggiare il frutto proibito dell'albero della sapienza, sembra essere un interessante allegoria di questa limitazione umana: saremo per sempre infelici se prendiamo qualsiasi una tra le nostre verità come assoluta. Tutto quello che un essere umano può conoscere riguarda soltanto il nostro mondo finito, è sempre relativo. Sicuramente l'assoluto, la perfezione non appartengono alla nostra vita e non riusciremo mai a raggiungerli.
Qui possiamo chiederci se il dubbio è così importante solo nel regno della scienza.
Cercheremo una risposta in altro post.