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IDIOMAS, IDIOMS, LINGUE

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October 16, 2026

O Marco Histórico Inovador dessas Eleições Brasileiras


Que estoanteante surpresa! Nosso sistema eleitoral mostrou ser da mais alta importância no contexto internacional!
Sim, fato inaudito na história das nações, dia 25/10, os brasileiros poderão escolher entre o senhor Lula da Silva e, quem diria, o próprio presidente dos Estados Unidos da América, Mr Donald Trump.

SENSACIONAL.

Ode ao Amor Que Já Acabou, Morreu


Um grande amor, mesmo morto e acabado,
Por ser amor, jamais morre!
Prefere o eterno paradoxo,
Dado nunca aceitar rédeas da lógica,
A quem ignora por a nada obedecer.
Desprezando razão e cálculos,
A gargalhar alto proclama:
"Racional é a Física, coitada,
Amante fiel da gélida Matemática".
Mesmo o ódio, se brota no coração de quem amou,
Não se confunde com o morto amor.
Tampouco vira fantasma ou espírito errante ressentido.
Nada disso!
Já sem vida como uma pedra,
Prossegue o amor ao longo da eternidade,
Ainda que nada dele reste.
Humanos, somos seres por tudo ilusórios,
Pelo que sentimos, pelo que imaginamos ser,
Por nossa visão de mundo e do universo,
[Ou dos mundos e do multiverso,
Como reza hoje a metafísica dos físicos].
Todo tipo de saber não passa de pretensioso devaneio!
Será que ao morrer só se retira o amor desta placa de Petri,
Deste divino truque ilusionista, chamado espaço-tempo,
Mero palco onde nos toca encenar e nutrir o roteiro pré-pronto da vida?
Seria quântico o amor?
Migrando pra Universo paralelo ao morrer?
Ou ficará como aquele pobre zumbi, o gato de Schrödinger?
Será que emaranha nossos corações feito aquelas partículas
Que, se um dia formaram pares,
Interagem sempre como se o espaço não existisse,
Mesmo quando separadas por muitos anos-luz?
Einstein julgava o emaranhamento quântico,
Uma hipótese sem pé nem cabeça!
Com nenhuma modéstia, digo:
Faltou-lhe conceber os elétrons como se fossem corações amantes!
Quem ama sabe bem da confusão entre o ser profundo e o não-estar.
Pra Nietzsche, todos os amores mortos retornarão,
A nós só restando revivê-los em repetição idêntica,
Ainda infinitas vezes pela Eternidade,
Pois tudo na vida volta a acontecer,
Ciclicamente desde o infinito passado.
Deus permita que isso não passe de piada do bigodudo.
Odeio meus ex-amores,
Que me odeiam de modo simétrico?

October 14, 2026

Il Tempo Riguarda Soltanto Noi Stessi

Tocca al mondo esterno imporre una durata all'orgasmo, costringendoci a interrompere il contatto con l'esperienza atemporale della *jouissance* — l'unico contatto umano con l'Eternità. La percezione del presente riprende il sopravvento, riportandoci alle maschere del «Sé» e reinserendoci nel ciclo di desiderio, frustrazione, angoscia, odio e guerra.

Il «Sé» e il presente fungono da palcoscenico per lo scontro tra la Volontà di potenza (Nietzsche) e il mondo esterno. Ne scaturiscono frustrazione, angoscia, lotta e un’intensificazione del desiderio: la ricerca di un altro con cui intraprendere nuovamente il cammino verso quell’«Eternità» sperimentata nell’orgasmo. Si dipanano anche sequenze parallele — frustrazione, odio, lotta, sconfitta e morte o asservimento — con infinite sfumature tra successo e fallimento.

È allora che emerge la dialettica hegeliana tra servo e padrone.

October 13, 2026

Time, Power and Juissancce

 

It is up to the external world to impose a duration upon orgasm, compelling us to stop contact with the timeless experience of *jouissance* — the only human contact with Eternity. The feeling of the present resumes, bringing a return to the masks of the ‘Self’ and a re-engagement with the cycle of desire, frustration, anguish, hatred, and war. 

The 'Self' and the present serve as the stage for the clash between the Will to Power (Nietzsche) and the external world. There follow frustration, anguish, struggle, and the intensification of desire—a quest for another with whom we might once again set out in search of the "Eternity" experienced in orgasm. Parallel sequences also unfold—frustration, hatred, struggle, defeat, and death or enslavement—with infinite nuances lying between success and failure.

Then Hegel's dialectic of Master and Slave sprouts up.

October 11, 2026

Tempo, Poder e Gozo

É o mundo externo que dá duração ao orgasmo, impõe ao sujeito abandonar o contato com a vivência atemporal do gozo, único contato humano com a Eternidade. Reinicia-se a vivência do presente, com o retorno às máscaras do Eu, com o re-engate ao ciclo desejo-frustração-angústia-ódio-guerra.
O 'Eu' e o presente são o palco do embate da Vontade de Potência (Nietzsche) com o mundo externo. Seguem-se frustração, angústia, luta e intensificação do desejo, busca de outrem com quem possamos partir outra vez em busca da "Eternidade" vivenciada no orgasmo. Abrem-se também séries paralelas de frustração-ódio-luta-derrota-morte/escravização, com nuances infinitas intermediárias entre o êxito e o fracasso.
Hegel: dialética do Senhor e do Escravo.

Dialética do Desejo

NIILISMO SEXUAL: LIBERAÇÃO, ALÍVIO E O NADA: Nesta tarde muito quente de fim de inverno (mais de 30 graus), baixa umidade do ar (menos de 15%) e poluição intoxicante em toda Sampa, e...

October 6, 2026

Os Momentos Felizes e a Vida Quotidiana.

Os momentos de grande felicidade recebemos diretamente das mãos de Deus.

Em seguida, nos vem o Diabo a convencer a reconstruir aqueles mesmos momentos com nossas próprias mãos. Estas, porém, só são capazes de tecer essa enorme teia de simulacros que chamamos de 'vida quotidiana'.