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IDIOMAS, IDIOMS, LINGUE

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October 14, 2026

Il Tempo Riguarda Soltanto Noi Stessi

Tocca al mondo esterno imporre una durata all'orgasmo, costringendoci a interrompere il contatto con l'esperienza atemporale della *jouissance* — l'unico contatto umano con l'Eternità. La percezione del presente riprende il sopravvento, riportandoci alle maschere del «Sé» e reinserendoci nel ciclo di desiderio, frustrazione, angoscia, odio e guerra.

Il «Sé» e il presente fungono da palcoscenico per lo scontro tra la Volontà di potenza (Nietzsche) e il mondo esterno. Ne scaturiscono frustrazione, angoscia, lotta e un’intensificazione del desiderio: la ricerca di un altro con cui intraprendere nuovamente il cammino verso quell’«Eternità» sperimentata nell’orgasmo. Si dipanano anche sequenze parallele — frustrazione, odio, lotta, sconfitta e morte o asservimento — con infinite sfumature tra successo e fallimento.

È allora che emerge la dialettica hegeliana tra servo e padrone.

October 13, 2026

Time, Power and Juissancce

 

It is up to the external world to impose a duration upon orgasm, compelling us to stop contact with the timeless experience of *jouissance* — the only human contact with Eternity. The feeling of the present resumes, bringing a return to the masks of the ‘Self’ and a re-engagement with the cycle of desire, frustration, anguish, hatred, and war. 

The 'Self' and the present serve as the stage for the clash between the Will to Power (Nietzsche) and the external world. There follow frustration, anguish, struggle, and the intensification of desire—a quest for another with whom we might once again set out in search of the "Eternity" experienced in orgasm. Parallel sequences also unfold—frustration, hatred, struggle, defeat, and death or enslavement—with infinite nuances lying between success and failure.

Then Hegel's dialectic of Master and Slave sprouts up.

October 11, 2026

Tempo, Poder e Gozo

É o mundo externo que dá duração ao orgasmo, impõe ao sujeito abandonar o contato com a vivência atemporal do gozo, único contato humano com a Eternidade. Reinicia-se a vivência do presente, com o retorno às máscaras do Eu, com o re-engate ao ciclo desejo-frustração-angústia-ódio-guerra.
O 'Eu' e o presente são o palco do embate da Vontade de Potência (Nietzsche) com o mundo externo. Seguem-se frustração, angústia, luta e intensificação do desejo, busca de outrem com quem possamos partir outra vez em busca da "Eternidade" vivenciada no orgasmo. Abrem-se também séries paralelas de frustração-ódio-luta-derrota-morte/escravização, com nuances infinitas intermediárias entre o êxito e o fracasso.
Hegel: dialética do Senhor e do Escravo.

Dialética do Desejo

NIILISMO SEXUAL: LIBERAÇÃO, ALÍVIO E O NADA: Nesta tarde muito quente de fim de inverno (mais de 30 graus), baixa umidade do ar (menos de 15%) e poluição intoxicante em toda Sampa, e...

October 6, 2026

Os Momentos Felizes e a Vida Quotidiana.

Os momentos de grande felicidade recebemos diretamente das mãos de Deus.

Em seguida, nos vem o Diabo a convencer a reconstruir aqueles mesmos momentos com nossas próprias mãos. Estas, porém, só são capazes de tecer essa enorme teia de simulacros que chamamos de 'vida quotidiana'.

Narciso e O Outro

"Narciso" habita camada primordial e profund da mente humana, pilar mestre a partir do qual se estrutura nosso "Eu" (Ego), nossa personalidade. É força vital que perdura enquanto vivermos, pois o amar a si mesmo se confunde com a própria vontade de viver.
O 'narcisista' a que se referem as descrições clínicas de transtornos de caráter, é apenas um desvio grotesco dessa fundamental pulsão de vida.
Ao nascer, cada 'Narciso' logo se depara com a existência de outros seres humanos, que, como logo percebe, também são 'Narcisos'. E é no olhar do 'Outro' que o recém-chegado 'Narciso' encontra sua DANAÇÃO incontornável, o fim de seu gozo por si próprio, que soube extrair de sua própria imagem. É a efetiva expulsão humana do Paraíso.
No gozo autocontemplativo, 'Narciso' atingia a afirmação plena de si, enquanto a totalidade do existente único que julgava ser, dado que nada de externo lhe dizia respeito.
A imagem do 'Outro', então, imiscui-se e lhe rouba o protagonismo que busca ser o absoluto na cena do mundo.
Todo 'outro' com que se depara está, entretanto, nessa mesma busca ávida do orgasmo autocontemplativo de si, que prefere tomar por eterno.
Toda identidade pessoal, todo Eu/Ego que se mostra ao conviver na cena humana do mundo não pode ser senão máscara, armadura de combatente para uso na guerra dos Narcisos, nessa grande tartufferie que é sempre a convivência social.
Ninguém usa uma única máscara, nem cem, nem cem mil; seu número tende ao infinito, pois que se exibem a infinitos olhares e/ou infinitas perspectivas distribuídos pelos infinitos instantes fugazes da existência humana.

Darwinismo versus Criacionismo: Querela Vazia!


A má utilização da metafísica pode ser quase tão perniciosa como o mau uso de qualquer tese empiricamente embasada.
Nestas breves ponderações, tento focar-me num exemplo bem claro, que, partindo de conceitos filosóficos apropriados [da Estética Transcendental de Kant], devidamente aplicados uma querela desprovida de sentido (mas, infelizmente, tantas vezes citada e explorada pela mídia popular), expõe essa tal controvérsia ao ridículo.
Falo do questionamento prolixo, feito com extenso e acalorado palavrório, sobre se os seres humanos, além do conjunto das demais espécies biológicas, foram criados por Deus de uma só vez (ou quase ao mesmo instante), como se menciona literalmente na narrativa do Genesis, ou se surgiram através da Seleção Natural concebida por Charles Darwin.
A primeira alternativa tem sido chamado por muitos de CRIACIIONISMO, e a segunda de DARWINISMO.
Como dito acima, essa querela é desprovida de sentido, quando deixamos a superficialidade dos argumentos mais imediatos!
Para percebermos o quão inútil é desperdiçar energias com tal falação vazia, bastaria levar em conta o caráter eterno do conceito de Deus, isto é, o tempo não faz sentido para Ele! Mas tal solução exigiria tomada de partido religiosa, o que não é o nosso propósito aqui. Deve bastar-nos a argumentação lógico-racional.
Na Estética Transcendental, (primeira parte da Crítica da Razão Pura, 1787), Immanuel Kant, um dos filósofos mais profundos de todos os tempos, demonstrou que o tempo ( e o espaço) não pertencem às coisas em si, mas é uma pré-condição (um a priori) que os nossos sentidos impõem a toda e qualquer percepção.
Por isso, somos totalmente incapazes de perceber qualquer coisa fora do tempo. Mas o próprio tempo não está ligado a qualquer objeto externo!
A fortiori, posto Deus, Ele poderia ter criado todas as espécies biológicas através da seleção natural (um processo temporal para nós, seres humanos).
Fica, assim, fácil perceber que o Darwinismo NÃO contradiz necessariamente o Criacionismo.
Tudo que as querelas midiaticas pretendem ao não levar essa evidência lógica em conta parece ser sua perpétua busca por audiência, espetáculos fúteis, venda de revistas, livros, etc!